Pular para o conteúdo principal

Com repertório novo, Linkin Park esfria ânimos no SWU

Novas músicas ainda não pareciam estar na boca da maioria dos fãs.

Grupo reanimau o público tocando hits como 'Numb' e 'In the end'.

Grupo tocou novas músicas e relembrou hits como 'Numb', 'Crawling' e 'In the end'.Grupo tocou novas músicas e relembrou hits como 'Numb', 'Crawling' e 'In the end'. (Foto: Flavio Moraes / G1)
Os norte-americanos do Linkin Park fecharam há pouco o terceiro e último dia de rock no SWU com um show de uma hora e meia que, ao contrário do que se imaginava, esfriou um pouco os ânimos de uma noite que teve seu ápice – ao menos em histeria – com o show do Avenged Sevenfold.
A “culpa” foi das músicas novas do grupo, parte do recém-lançado álbum “A thousand suns”, que, além de mais hermético do que os trabalhos anteriores do Linkin Park, ainda não parecia estar na boca da maioria dos fãs da banda. Em determinado momento, o vocalista Chester Bennington tentou ensinar o coro de uma das novas faixas da banda, conseguindo uma resposta ainda tímida do público – provavelmente se o show tivesse acontecido daqui seis meses a reação tivesse sido bem diferente.
Ainda assim, o Linkin Park conseguiu reanimar o público tocando os principais hits de seus dois primeiros discos, “Hybrid theory” e “Meteora”. Foi o caso com faixas como “Numb”, “Crawling” e “In the end”. A partir da metade do show, a banda emendou hits conhecidos por qualquer um que tenha ouvido qualquer rádio FM nos últimos cinco anos, como “One step closer”, “What I’ve done” e “Crawling”. O volume de áudio do show, mais alto do que outros da noite, chegou a fazer disparar o alarme de carros estacionados na área do festival.
Conferido por diversos adolescentes e pré-adolescentes acompanhados de seus pais, o clima geral foi tão tranquilo que Bennington chegou a descer duas vezes do palco para a galera e conseguei retornar ao palco sempre sem nenhum arranhão – algo que provavelmente não teria acontecido em shows mais caóticos como o do Avenged Sevenfold, nesta noite, e o do Rage Against the Machine, no sábado.

Fonte: http://g1.globo.com/pop-arte/musica/swu/noticia/2010/10/com-repertorio-novo-linkin-park-esfria-animos-no-swu.html

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Oficina G3: A melhor banda de rock do Brasil ?!

Oficina G3 é uma banda de rock brasileira que leva aos ouvidos de seus fãs músicas com sonoridade pesada e letras marcantes. Dona de prêmios como o Grammy Latino,  conta com músicos excelentes que fazem o bom e velho rock'n roll de forma marcante.
Eu poderia ser neutro nesse assunto, porém, me sinto no direito de dar minha opinião. (Você não é obrigado a concordar comigo.) Sem dúvidas Oficina G3 é uma das melhores bandas de rock da nossa atualidade. 
Veja o vídeo e tire suas dúvidas:

Desciclopédia: Heavy Metal não é para os fracos

Artigo bem humorado extraído da desciclopédia acerca do Heavy Metal e seus seguidores.Como surge um metaleiro?
A princípio, as pessoas apenas pensam que ele está algum tempo sem tomar banho, ou sem dinheiro pro barbeiro. Mas logo começam a notar sua mudança no estilo de roupas: o nerd passa a usar camisetas pretas com desenhos silkados coloridos e nomes de bandas desconhecidas. Juntando com o cabelocomprido, ele vai lentamente se transformando num ser que teoricamente causa mais medo que um menino feio de óculos. Some-se a isso uma dose pesada de musculação (feita por eles pra agora poder dar porrada nos manosemos e pagodeiro, e playboy, já os emos suas vitimas favoritas, não por mérito do metaleiro, mas pelo fato do emo ficar tão triste com a tentativa do metaleiro de te bater, que acaba cortando os pulsos.), eles tornam-se criaturas quase que aversivas, a não ser para o resto da trupe. Na verdade, ele continua sendo zoado do mesmo jeito - mas agora possui cabelo e as vezes respeit…

Paul Stanley: não é peruca, é Implante Capilar

guitarrista e fundador do KISS, PAUL STANLEY foi perguntado, alguns meses atrás em um artigo para uma revista se ele usava peruca. Paul respondeu que não. Recentemente, Paul tem sido visto pela cidade trajando um novo estilo de cabelo bem curto. Ele fica muito bem assim. Mas olhe bem de perto pras fotos e você poderá ver que Paul de fato tem um tipo de implante capilar no globo. Os sistemas de reposição e implantes capilares de hoje em dia mal são detectáveis e Paul provavelmente está usando um dos melhores que existem. Você não pode culpar Paul por negar que ele usa peruca, afinal, tecnicamente não é uma peruca, é um sistema de aplique capilar. Então tá. Além disso, foi muita grosseria da parte do entrevistador perguntar algo assim, tão pessoal, na caruda para Paul. Eu não sei se essa aterrorizante gravura acima mostrando Paul completamente calvo é verdadeira ou não. De qualquer modo, isso é o que se esperaria que Paul parecesse sem o aplique. Por ter quase sessenta anos de idade, P…